ARTES%20SITE_edited.png
ARTES%20SITE_edited.png
  • GANNZ

Curtindo a Vida Adoidado #TBTDAHERO

Atualizado: Mai 1


Um adolescente convence todo o colégio de que está à beira da morte, e então vai para Chicago curtir a vida com sua namorada e seu melhor amigo.


Ferris Bueller's Day Off (Curtindo a Vida Adoidado) é um filme norte-americano de 1986, dos gêneros comédia adolescente e aventura, dirigido por John Hughes, considerado

"o mestre dos filmes adolescentes dos anos 1980".

Sua estreia se deu a 11 de junho de 1986 nos EUA, no brasil foi lançado seis meses depois, estreando em 19 de dezembro do mesmo ano.


O filme, cuja história trata de um jovem que, para aproveitar a vida, finge estar doente para matar aula junto com sua namorada e o melhor amigo, é visto pela crítica moderna como um clássico e um paradigma do cinema da década de 1980, notável por ser uma obra cinematográfica que o espectador não se cansa de rever – muito embora a maior parte das apreciações iniciais tenha sido negativa.


A interpretação de Matthew Broderick, escolhido pessoalmente por Hughes para o papel, e posteriormente indicado ao Globo de Ouro de 1987 na categoria de melhor ator em comédia / musical pelo seu trabalho, é atualmente aclamada por críticos.

Enredo

Ferris Bueller (Matthew Broderick) é um jovem aluno do último ano do colegial e pretende faltar às aulas naquele dia de sol. Assim, finge estar doente, enganando os pais, mas não a irmã Jeanie (Jennifer Grey), que se revolta com o sucesso dos ardis do garoto.


Tão logo se vê sozinho em casa Ferris prepara seu quarto para simular sua presença, e convoca seu melhor amigo, o hipocondríaco Cameron Frye (Alan Ruck) , a buscá-lo em casa. Enquanto isto o Diretor do colégio, Ed Rooney,(Jeffrey Jones) telefona para a Srª Katie Bueller(Cindy Pickett) para comunicar a falta do filho. Ferris naquele ano, ao contrário de seu desejo de ganhar um carro, fora presenteado com um computador e, enquanto o Diretor vê em seu monitor (ecrã) as nove faltas do aluno, Ferris invade a máquina do colégio e as reduz para somente duas. A mãe confirma, entretanto, que o jovem estava realmente doente.


Junto a Cameron, consegue mais uma vez enganar o diretor: desta vez através de um telefonema dizem que a avó de sua namorada, Sloane Peterson (Mia Sara), havia falecido. Para irem buscá-la, entretanto, Ferris convence seu amigo a pegar a Ferrari do pai dele.

O carro, dos anos 1960, foi restaurado e é a paixão do pai de Cameron, que revela ser preferida pelo pai mais que a esposa e ele próprio. Ante a resistência do amigo, pois o pai sabia de memória a quilometragem do automóvel, Ferris sugere que voltem para casa em marcha a ré o que, segundo ele, faria retroceder o marcador.


Assim, após se reunirem a Sloane, os três partem para o centro de Chicago, onde começa a série de aventuras. Guardando a Ferrari numa garagem pública, não percebem que dois garagistas decidem aproveitar a oportunidade para passearem em um carro tão especial.


Dali, começam as aprontações de Ferris, que incluem fazer-se passar pelo "Rei da Salsicha de Chicago" e assim obterem uma mesa no exclusivo restaurante "Chez Louis", visita a museu (Art Institute of Chicago, onde Cameron parece se identificar com uma criança retratada por Georges-Pierre Seurat), ida ao Wrigley Field, estádio da equipe de beisebol Chicago Cubs, ao Sears Tower e até a participação numa parada alemã, em que Ferris faz toda a cidade dançar ao som de Twist and Shout dos Beatles.

Enquanto isto os alunos do colégio, acreditando que Ferris esteja verdadeiramente muito doente, iniciam uma campanha de arrecadação de fundos para comprarem-lhe um novo rim. Em várias partes da cidade, não apenas do colégio, a notícia da doença do jovem se espalha, bem como a campanha "Save Ferris" ("Salve Ferris"), que será lida em vários momentos do filme: numa imensa caixa d'água redonda, na porta do estádio de beisebol, no caderno de um aluno, etc. Tudo isso faz com que sua irmã e o Diretor resolvam, cada um por si, desmascarar a farsa.


Em 2006, a revista brasileira Veja, ao comentar o lançamento do DVD do filme, vinte anos após sua estreia, disse ser uma obra definitiva e insuperável no estilo, e que não envelheceu: todo o tempo festeja a alegria de viver, em cenas antológicas. Para Peter Reiher, as cenas de sala de aula justificam o preço do ingresso: fazem-no lembrar os tempos de escola, quando todos enfrentam aulas chatas e professores enfadonhos.

Os três amigos encerram as brincadeiras e voltam à garagem, justo no momento em que o carro deles chega do passeio. A quilometragem, que imaginaram ser reduzida, estava três vezes maior que a originalmente marcada. Cameron fica em estado de choque e assim permanece por um bom tempo, sendo colocado pelo casal amigo numa cadeira junto à piscina de sua casa, enquanto os outros dois se banham, imaginando como farão para solucionar o problema.


Resolvem colocar o carro em marcha a ré, erguido pelo macaco, na garagem da casa. Cameron decide enfrentar o pai pela primeira vez na vida, ao perceberem que tal estratégia não dava resultado algum e o marcador permanecia parado.

Chutando o carro, este se solta do macaco e cai na alta ribanceira dos fundos da casa, ficando totalmente destruído.


Ferris tem de voltar para casa correndo a fim de chegar antes de seus pais. Tem início uma disputa entre ele, sua irmã, seu pai e o diretor – com o desfecho que leva a concluir, mais uma vez, que o momento deve ser aproveitado, pois se é jovem apenas uma vez na vida.


Enquanto os créditos do filme rolam na tela é mostrado o diretor, Sr. Rooney, andando esfarrapado após, sem sucesso, tentar alcançar o guincho que rebocara seu automóvel. O ônibus escolar de seu colégio então pára, e ele aceita a carona. Quando os créditos terminam, Ferris aparece como se estivesse saindo do banho, enrolado numa toalha e fala à plateia: "Vocês ainda estão aí? Já acabou! Vão para casa! Vão!



Tivemos uma excelente referência à cena pós-créditos no filme Deadpool, onde Wade Wilson/Deadpool (Ryan Reynalds) quebra a quarta parede, conversando com o expectador duma forma totalmente divertida.

Além de ter sido uma grande homenagem a um dos filmes mais adorados de todos os tempos.



John Hughes escreveu o roteiro em apenas seis dias, e contou com várias cenas de improviso dos atores. O filme se desenrola da seguinte maneira:

Toda a história do filme passa-se na cidade norte-americana de Chicago; era o dia 5 de Junho de 1985.


Em 2012 surgiram rumores da continuação por conta de um teaser na Internet estrelado pelo próprio Broderick que, dias depois, se revelou ser um comercial da Honda totalmente inspirado no filme original. No qual ele aparece de roupão e fala diretamente à câmera, revivendo o personagem Ferris, e com continuação prometida para o dia 30 de janeiro. Nesta data, finalmente, surgiu uma propaganda da empresa automobilística japonesa Honda, destinada a veicular seu modelo CR-V durante o final do Super Bowl.


FERRIS BULLER (SÉRIE)

Ferris Bueller foi exibido nas noites de segunda-feira, junto a The Fresh Prince of Bel-Air, que também estava em sua primeira temporada. A aprovação foi positiva, no início, mas declinou rapidamente nas semanas seguintes. Apesar disto, continuou a ter resultados bastante positivos no público entre 12 e 17 anos de idade.

Iniciada em 23 de Agosto de 1990, transmitida pela NBC, foi cancelada ainda na primeira temporada, poucos meses após a estreia.

Um episódio extra foi exibido em agosto de 1991.


John Hughes, criador do personagem, declarou em entrevista que sempre foi contra a transformação do filme em seriado televisivo; segundo o diretor, ele sabia que situações como Ferris falando direto para a câmera não iriam funcionar, por serem muito difíceis de serem feitas - e que havia avisado isto.

BILHETERIA

A estreia do filme nos Estados Unidos se deu em 1330 cinemas, e alcançou o segundo lugar na bilheteria daquele final de semana, com US$6,275,647, atrás apenas do filme De volta às aulas.

Ao final daquele ano, 'Ferris Bueller's Day Off' havia alcançado uma bilheteria superior a 70 milhões de dólares, tornando-se o décimo filme mais assistido de 1986, um sucesso de bilheteria em consideração ao enxuto orçamento de 6 milhões de dólares.



Assim, para relembrar sua infância ou mostrar para as novas gerações o que é um clássico de verdade, confira 'Curtindo a vida adoidado' disponível na Netflix. com o áudio original e a dublagem original brasileira, aquela usada ao longo dos anos 80's e 90's.



Nos siga nas redes sociais! Twitter - @_hropub Instagram - @hro.pub Facebook - /hropub

©2020 HERO PUB. Proibida qualquer reprodução sem autorização.